Não fomos felizes no restaurante do jantar de ontem... vinho na temperatura ambiente (uns 25 C), muito ácido pro meu gosto, um bife de chorizo falsificado (tinha uma capa de gordura grossa na borda, e só, nenhuma godura entranhada na carne), mas o assado de tira estava bom. Tudo isso a 120 pesos por cabeça.
Sorvete de sobremesa!
O hotel foi 155 pesos por cabeça com o consumo do frigobar.
Hoje não adiantava tentar sair cedo pois precisávamos fazer câmbio de dolares (na estrada ia ser difícil)... pelas 9h da manhã (estamos uma hora atrás de Sampa) encontramos um cambista num praça da cidade e trocamos a 9,3 pesos-dolar.
Hoje foi o dia de atravessar o Chaco... uma reta de quase 800km...
Fomos obrigados a esticar os abastecimentos... estávamos abastecendo a cada 180km, hoje abastecemos a cada 250km (no meu caso, com o Cagivão bebendo mais que o Lula, quase entro na reserva)... houve um intervalo de 130km entre postos, outro de 100km, e em geral havia um posto a cada 50km.
Não chegamos em nenhum posto que não tivesse combustível e não precisamos usar a gasolina dos galões extras (cada um de nós tem pelo menos 5 litros extra).
Ficamos na Pousada Huayraro em Salta. O maior quarto até aora, splitter, mas sem frigobar.
Perdi a chave do parafuso que trava o GPS da Garmin no suporte na moto, vou ter que fazer alguma gambi prá prender o GPS amanhã.
O jantar foi no restaurante Dom José,indicado pelo pessoal da pousada: vinho da casa (novamente na temperatura mbiente, que aqui é um pouco mais fria, e este não estava ácido), um combinado de assado de tira, matambre e vacío (todos bons, mas o vacío estava muito bom), tuddo por 110 pesos por cabeça.
Já foram 2536 km percorridos em 25h50min, numa média de 98,1 km/h (segundo o meu GPS). Agora estamos beirando a Cordilheira... amanhã é o grande dia! (desisti de subir pelo Paso Sico devido ao consumo excessivo do Cagivão... vou pelo Jama com o Edilson e o Jaime)
Link prás fotos dos 3 primeiros dias
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