quarta-feira, 11 de março de 2009

Fazendo as contas

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Foram 16 dias na estrada... em torno de 8.300km percorridos, dos quais apenas uns 400km por estradas não pavimentadas.

Gastei 487 litros de gasolina, no total de R$1100 em combustível de um total de R$2900 de gastos na viagem, sem contar a Carta Verde, revisão da moto, pneus, etc. - cerca de R$180 por dia.

A gasolina no Chile está mais barata que no Brasil e na Argentina... aparentemente foi o único dos 3 países em que a queda do preço do petróleo foi repassada para os combustíveis... no Chile o quilômetro rodado custou R$0,11 , na Argentina R$0,14 e no Brasil, R$0,15.

Na Argentina quase ninguém trabalha com cartão de crédito, apenas os postos da ACA (o Automóvel Clube argentino), é necessário levar bastante papel moeda (mas há caixas eletrônicos nos quais é possível sacar - a uma taxa de US$6 por saque - da conta corrente no Brasil via as redes Visa Plus ou Cirrus).

No Chile é muito mais fácil usar cartão de crédito, todos os postos aceitam, mas os hotéis em que fiquei não.

Na Argentina a estadia estava em torno de 70 pesos (R$50) nas cidades pequenas e 120 pesos (R$87) nas cidades grandes. Uma refeição caprichada saía 60 pesos (R$45).

No Chile a estadia estava em torno de 32.000 pesos (R$130) nas cidades grandes e 15.000 pesos (R$60) nas cidades pequenas. A refeição saía 12.000 pesos (R$50).

Tudo isso viajando sozinho, em duplas ou trios a estadia e comida saem mais baratos.

Na travessia do Paso San Francisco (para El Salvador) rodei 475km e consumi quase 31 litros (16,4 km/l).

Na travessia do Paso Água Negra rodei 270km e consumi 17,5 litros (15,6 km/l).

Ambas chegam a quase 4.800m de altitude. Ambas valem a viagem, e no San Francisco vale a pena madrugar prá subir com o sol nascendo.

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