Pois é, resolvi ir visitar o Fernando.
Como eu desconfiava, não havia café da manhã naquela espelunca... Arrumei as coisas, comi a metade da barra de chocolate chileno que ainda que me restava, e zarpei.
Como o dia seria longo, mais de 800km, parei de andar tão devagar e subi a velocidade de cruzeiro pruns 120km/h (reais, pelo GPS, o odômetro do Cagivão marcava 130km/h).
Fui parado duas vezes pela polícia caminera, numa vez pediram os documentos, na outra só bateram papo... os "bombeiros" que ano passado ficavam empurrando apostilas de primeiros socorros pros brasileiros perto da fronteira não estavam lá desta vez (almoçando, talvez?).
A Aduana do lado argentino foi rápida, do lado brasileiro inexistente, e logo lá estava eu seguindo as instruções do navegador a caminho de Santa Maria... e ele insistia em me fazer passar por Livramento... há algum defeito nos dados do mapa da BR-290 em Rosário do Sul e na intersecção com a BR-392.
Cheguei na casa do Fernando pelas 18h (no trecho brasileiro, assim que peguei uma rodovia estadual, enrolei um pouco o cabo), colocamos o papo em dia, fomos jantar, colocamos mais papo em dia, acabamos indo dormir já era hoje de muito.
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Opa!
ResponderExcluirFinalmente consegui uns minutinhos para comentar! As fotos estão show e eu fico babando aqui, de terno e gravata, com olhos de dogue alemão!
A Té saiu do estaleiro e eu já soquei uns 200km nela, pra lembrar como era bom...
Boas estradas!