Levantamos pelas 7h prá montar a bagagem na moto (eu consegui acomodar tudo sem usar umas das bolsas de alforge e vou voltar com ela sobre o tanque reserva no assento do garupa, eliminando o arrasto das malas laterais - quero saber se o consumo elevado do Cagivão é devido ao arrasto ou algo na moto).
Tomamos café e saímos prá estrada pelas 9h da manhã... parei quando pegamos asfalto prá colocar um pouco de óleo na corrente (não havia colocado durante a estadia em SPA prá evitar que grudasse pó e formasse uma pasta abrasiva).
Paramos prá uma foto do Licancabur durante a subida, depois acabamos nos separando, o Jaime e o Edílson tocando mais forte, e eu atrás. No topo da subida já estavfa frio e parei prá instalar os cobre-manos, a pescoceira e fechar os respiros da jaqueta (já saí com o forro instalado de SPA).
Algumas pausas para fotos no caminho, re-encontrei o Jaime e o Edilson na aduana após o Paso de Jama. Na entrada na Argentina quiseram olhar o conteúdo do meu bauleto, o que bagunçou toda a amarração do tanque reserva e alforge, que ficaram depois pendendo para a esquerda.
Abastecemos no Paso Jama, o Cagivão fez 14,8 km/l.
Após a aduana só nos re-encontramos no topo da Cuesta de Lipan... mas descemos separados, o Jaime eo Edílson acelerandpo entre curvas e eu praticamentre no freio motor.
A estrada está bem pior que quando subimos, chegamos a passar sobre terra de barreiras caídas...
O Jaime e o Edílson estavam esperando no posto em Tilcara (onde foram assediados por um ônibus de velhinhas que queriam tirar fotos com eles e as motos), mas não vi as motos paradas e segui para o hotel (não abasteço antes de parar prá evitar que vaze gasolina quando o combustível esquentar com o calor do motor).
A Pousada con los Ángeles continua uma graça, mas eles tam descuidado da manutenção: ervas daninhas no gramado do jardim, vazamentos no aquecedor e pia no quarto, e principalmente, dedetização: tinha muito inseto - entre eles pernilongos - no quarto.
Descarreguei e estava voltando ao posto de gasolina prá procurar os dois quando dou de cara com eles a duas quadras da pousada.
O restaurante da pousada não está funcionando (acho que só mais tarde na temporada), assim fomos procurar um que o Jaime tinha visto no TipAdvisor, o Nuevo Progresso. Pedimos um vinho da região (um blend de malbec+shirah+cabernet sauvignon da Punta Corral, de Jujuy, safra 2011, por 130 pesos), indicação da
garçonete. Eu peguei um filé de lhama com molho de cogumelos, o Edílson com molho de pimenta, e o Jaime foi no bife de chorizo - todos muito bons, mas em porções moderadas, suficientes prá matar a fome sem empanturrar. Pedimos também sobremesa, eu panqueca com doce de leita, o Edílson um mousse de chocolate e o Jaime uma coleção de frutas. Tudo saiu 200 pesos por pessoa, um pouco acima do esperado, mas a comida e o atendimento estavam excelentes e valeu.
Na volta passamos numa mercearia prá comprar água mineral e acabamos trocando dólares a 8,5 pesos / dolar.
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