Dia de descanso prá ver as cataratas.
Após o café-da-manhã perguntamos prá concierge o esquema do passeio no lado argentino. Ficamos sabendo que prá ir com a van deles já era tarde (ela tinha saído às 8h), que tomava o dia inteiro e que se quiséssemos fazer o passeio de barco na base das cachoeiras deveríamos procurá-lo assim que chegássemos.
O Edílson resolveu dar uma pulo no Paraguai prá muambar (ele queria um Garmin específico prá moto) e nos encontrar em Puerto Iguazu mais tarde pro jantar, assim fomos eu e o Jaime prás cataratas no lado argentino.
Parei prá abstecer no caminho... na travessia do Paraguai, rodando a menos de 100 km/h, o Cagivão fez 17,3 km/l.
Chegando no parque das cataratas a entrada e o estacionamento (115 pesos e 20 pesos) acabaram com meus últimos pesos argentinos. Há um guichê de câmbio, mas o mínimo que eles trocam é US$100.
Há 3 circuitos a pé: o inferior (na base das cachoeiras), o superior (no topo) e o da Garganta del Diablo. Para chegar no início dos dois primeiros se pega um trenzinho por uns 5 minutos até uma estação intermediária, e pro incío da trilha prá Garganta del Diablo se pega outro trenzinho a partir dessa estação intermediária por uns 15 minnutos (é longe).
O embarcadoro pro passeio de barco fica no meio do circuito inferior.
Num quiosque perto da entrada do parque agendamos um passeio de barco prá dali a hora e meia (11h40), mais a volta da Garganta del Diablo de bote ao invés de de trem por 240 pesos (no cartão) e seguimos pro circuito inferior.
Paramos tanto prá tirar fotos das cachoeiras e dos quatis (há diversas famílias com uma dúzia de filhotinhos na mata, e os filhotinhos se comportam como macacos nas árvores, um barato de ver) que chegamos em cima da hora pro passeio de barco.
Tudo que eu posso dizer sobre o passeio de barco é que você sai ensopado e vale cada centavo... chegamos tão perto da cortina d'água de uma das cachoeiras que eu só não enfiei a GoPro (que estava na ponta de um bastão) na água por medo da pancada arrancá-la da minha mão!
Seguimos pro circuito superior, depois pegamos o trenzinho pro início da trilha pra Garganta del Diablo, e pé na trilha!
A Garganta do Diablo é fantástica, mas o volume de água estava tanto que a névoa gerada pela queda d'água escondia tudo da metade da queda prá baixo... só dava prá ver os bandos de andorinhas mergulhando no meio da névoa.
Pegamos o bote de volta prá estação inetrmediária do trenzinho. O bote é a remo, vai na correnteza com os remos apenas prá controle. Havia uma família com 3 crianças pequenas (de 3 a 7 anos) que tornaram o passeio mais interessante...
De repente o Jaime recebe um SMS do Edílson dizendo que ele estava da Garganta del Diablo! Respondemos que esperaríamos por ele no boteco da estação intermediária e fomos atrás de cerveja enquanto esperávamos.
Como o Edílson tinha ido direto prá Garganta del Diablo, repetimos o circuito inferior com ele, depois fomos embora que já era quase hora do parque fechar.
O passeio das cataratas do lado argentino ée muito melhor que do lado brasileiro, e dá prá fazer tudo em umas 3 ou 4 horas.
Fomos prá Puerto Iguazú jantar no Quincho del Tío Querido, um restaurante bem cotado que é dedicado a estrangeiros. Pedimos a especialidade da casa, bife de chorizo, e vinho. O bifé estava bonito e macio, mas achei com pouco sabor. De sobremesa pedi um brownie com salsa patagonica (brownie de chocolate, sorvete de creme, amoras e calda de frutas vermelhas, muito bom).
A conta saiu uns R$250, não me deixaram pagar (disseram ter me prometido um jantar pelo trabalho de pesquisar os hotéis, passeios e fazer as reservas). Acabei pagando apenas os 10% do garçon, que não podia ser no cartão.
Na volta, fila na aduana argentina, depois uma parada no freeshop entre as aduanas, e estávanos no hotel pelas 11h.
O Jaime e o Edílson já arrumaram as coisas, pois pretendem sair às 4h prá chegar em Sampa antes do trânsito. Eu, como vou sem pressa, pretendo arrumar tudo pela manhã e chegar em casa pela meia-noite, ou dormir pelo caminho se estiver cansado.
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