Dia não tão longo, apenas 500km, mas que pareceu muito mais.
Saímos do hotel pelas 8h30, fui atrás do Jaime e do Edílson até o primeiro posto, onde parei prá completar o tanque (15km/l) e o camelback, depois foi tocar em direção ao Paraguai.
Parei em Clorinda prá completar o tanque e ir no banheiro antes de atravessar pro Paraguai.
A fronteira é uma balbúrdia... mal cheguei e um paraguaio fala prá eu estacionar junto ao meio-fio no meio do "terminal", o que foi bom, pois dava prá ver a moto das filas nos guichês.
Foram 2 guichês, um muito demorado da imigração argentina prá dar a saída (no da aduana argentina não tinha ninguém atendendo) e outro rápido na imigração paraguaia. Fiz um câmbio de US$20 para 80.000 guaranis (não pesquisei a taxa de câmbio antes de sair de Formosa e fui tapeado em cerca 10%), dei 10.000 guaranis pro cara que me indicou os guichês, e vamos enfrentar o trânsito paraguaio.
O limite de velocidade vai de 60 km/h até 80 km/h, e são poucos os que andam a mais que 60 km/h (até porque creio que os veículos empregados não conseguem). O "cinturão de pois-é" de Assuncion se estende por quase 180km, lembrando muito rodar pela periferia de São Paulo. Depois, passa a lembrar uma BR-116 há uns 30 anos, com limite de velocidade de 80 km/h e caminhões que não passam de 60 km/h.
Até eu que ando devagar fiquei de saco cheio!
Por outro lado, não senti risco de segurança em momento algum, nem fui importunado por policiais, corruptos ou não.
Parei em Caaguazu prá um lanche (15.000 guaranis) e colocar 50.000 guaranis de gasolina (cerca de 8,7 litros) no tanque prá não chegar na reserva em Foz.
Os últimos 4 ou 5 km até chegar na Ponte da Amizade por Ciudad del Este foramum caos, costurando de corredor prá corredor no trânsito parado.
Cheguei no hotel Rafain Centro pelas 17h30, descarreguei e encontrei o Jaime e o Edílson na piscina.
Jantamos num restaurante de frutos do mar em frente ao hotel, pegamos um rodízio, saiu a bagatela de R$117 por pessoa.
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